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sexta-feira, 25 de março de 2011 | By: lyasunaka

A República Romana - parte 2 [Aula 11 e 12]

O Coliseu, palco dos antigos gladiadores.
Na República Romana ocorreram, por volta de 494 a.C. , revoltas da plebe, que tinham como objetivo conquistar certos direitos para essa classe, excluída quase que totalmente da política romana ( com exceção dos tribunos, que eram de ínfima influência no Senado).
A primeira foi a chamada Revolta do Monte Sagrado, na qual a plebe ameaçou afastar-se de Roma, para fundar uma sociedade independente, mas sem sucesso. Mesmo assim as revoltas continuaram, e , em 450 a.C. foi redigida a Lei das doze tábuas, com a participação da plebe na redação do código de leis. Até o momento o que ficava vigente era o chamado direito consuetudinário, onde as leis eram feitas e avaliadas somente por patrícios. Outra conquista dos plebeus foi a Lei Licínia, de 367 a.C., que abolia a escravidão por causa de dívidas com o senhor do escravo. Assim só se obtiam escravos por meio de guerras, onde os prisioneiros viravam escravos após a derrota.
Os escravos eram uma classe muito mal-vistos pela sociedade. Mesmo assim haviam certos ''escravos de luxo'' que tinham funções como escribas, secretários e até administradores dos seus senhores. Já os escravos rurais faziam o trabalho braçal e tinham um tratamento e condições muito piores.
Uma fonte de alienação (distração com fim de desviar a atenção da população para outros problemas) na Antiga Roma era o Coliseu. Os gladiadores, geralmente escravos de guerra, lutavam com outros gladiadores e até animais ferozes. Alguns desses gladiadores eram até nobres, como o ex-rei da Trácia, Spartacus, que até liderou uma revolta contra Roma, sem sucesso.
sexta-feira, 18 de março de 2011 | By: lyasunaka

A República Romana [Aula 9 e 10]

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Busto de Júlio César, governante da República Romana.
No Reinado do último Rei romano, Tarquínio, o Soberbo foi derrubado pelos Patrícios, que implementaram uma política já implementada na Grécia Antiga: A República. Nesse período, por meio de várias revoltas feitas pela plebe, a igualdade civil dos romanos foi conquistada. 
O poder executivo na República Romana era exercido por Cônsules, dois magistrados escolhidos anualmente pela Assembleia Centuriata. Eles presidiam o Senado e tinham funções administrativas, além de funções militares. Uma dessas funções era, no caso de uma crise política ou conflitos, o poder de eleger um ditador, que por um tempo determinado tinha poder sobre os 3 poderes. 
O Legislativo era representado pelo Senado, a Assembleia Notável, onde os aristocratas eram membros vitalícios e hereditário (seus sucessores o substituem). Outros cargos da política romana eram:
- Os pretores, que aplicavam a Justiça. Tinha o poder de julgar os criminosos e puní-los de acordo com a lei.
- Os Censores, que cuidavam do censo (contagem e pesquisa sobre os habitantes) e da censura.
- Os Edis, que administravam o abastecimento da cidade.
- Os Questores, cobradores de impostos, geralmente eram corruptos e mal-vistos pela sociedade, mas dificilmente eram punidos, por serem aristocratas.
- Os Tribunos da Plebe, que representavam os plebeus no Senado.

continua na Aula 11

A Civilização Romana: a sociedade no período da Realeza. [aula 8 e 9]

Os povos que deram origem a Roma Antiga.
Clique aqui para ampliar.
A Roma antiga começou com a organização dos romanos nas chamadas Gens (genos), em certos espaços de terra. Esses Gens se baseavam na chamada comunidade Gentílica - troca de favores e gentilezas entre os integrantes da comunidade - e eram uma sociedade patriarcal - comandada pelo pai, que garantia o sustento e cuidava dos terrenos. Não existia propriedade privada, a terra era coletiva e a principal atividade era a agicultura e a pecúaria. Os Romanos, ou a Civilização Romana, surgiu por volta de 753 a.C., e é dividida em 3 grandes períodos: A Monarquia (Realeza) romana, a República romana e o Império Romano.
O crescimento consequente dessa sociedade causou uma desigualdade social, assim surgia a aristocracia romana. Os patrícios eram essa elite, que detinham a propriedade das terras e o poder político no senado.
Além dos patrícios haviam os clientes, classe que era ligada aos aristocratas por meio de uma troca de favores: os patrícios ofereciam proteção e sustentação em troca do trabalho. Por fora havia os plebeus, composta por homens livres, sem terras ou poderes políticos (os clientes tinham uma pequena participação na política) e os escravos. 

''A Plebe não é feita só de escravos''
Paulo Henrique, março/2011 

Mesmo sendo uma monarquia, a figura do Senado ainda existia. Por meio da Assembleia Curiata, os patrícios votavam as leis e escolhiam o próximo rei, na ausência de um sucessores deste. Havia ainda o Conselho de Anciãos, que fiscalizavam os poderes reais. Apesar disso, o Senado era subordinado aos poderes do rei, ou seja, eles eram mais próximos a conselheiros do que a senadores. Durante este período (753 a 509 a.C.) Roma teria sido governado por 7 reis: Rômulo, Numa Pompílio, Túlio Hostílio e Anco Márcio, estes de origem latina, além de Tarquínio Prisco, Sérvio Túlio, e Tarquínio, o Soberbo, de origem etrusca. Somente os últimos 3 reis tem comprovação histórica.

O Legado Cultural Grego [Aula 8]

A ruína de um Teatro Grego (Silícia)
A cultura dos gregos deixou um legado, ou seja, uma influência cultural muito forte no mundo ocidental. Entre as principais estão: sua mitologia, as Olimpíadas, o teatro.
A Mitologia grega é uma das mais ricas, baseada em muitos deuses (politeísta), que com defeitos e qualidades como humanos, moravam no Monte Olimpo. O deus principal era Zeus, deus dos raios, soberano entre os outros deuses. Havia outros bem famosos como os irmão de Zeus: Hades, senhor do inferno, Poseidon, senhor dos mares. Na mitologia grega se incluem clássicos da sua literatura, os épicos ou epopeias, que contavam mitos, e geralmente giravam em torno da história de um herói. Uma das epopeias mais famosas é Ulisses, que conta a história da derrota de Tróia e a história do herói que dá o nome à epopeia.
As Olimpíadas, evento que é constituído de variadas modalidades de competição esportiva, foi criado na Grécia. Aconteciam sempre em Olímpia, em homenagem a Zeus, e reuniam os atletas de muitas cidades gregas. Os jogos eram de 4 em 4 anos (formato que persiste até hoje, não só nas Olimpíadas, como em eventos como a Copa do Mundo) e inicialmente, competiam nus e somente homens competiam e assistiam. Após um tempo as mulheres foram permitidas a assistir e os homens começaram a competir vestidos.
O Teatro grego era ligado a religião e foi nele que surgiram 2 estilos que permanecem até hoje nas apresentações: a comédia, que satirizava os costumes da época, e acabou desenvolvendo um carácter educativo, pois estimulava a crítica social e política dos cidadãos; a tragédia (grega) que tinham deuses que participavam de tramas com temas como: paixões, guerras, entre outros.
As esculturas eram muito perfecionistas na Grécia, principalmente pela cultura de adoração do corpo feita por eles. Na arquitetura observa-se suas peculiaridades nos templos gregos, com na Acrópole de atenas. As colunas, principal característica dos templos, tinham diferentes estilos, como o Jônico, o Dórico e o Coríntio.
sexta-feira, 4 de março de 2011 | By: lyasunaka

A Sociedade Grega [Aula 6]

Uma representação da região do Oráculo de Delfos
A Grécia, entre as suas Cidades-Estados, as polis, haviam algumas que se destacavam por alguns fatores. Eram elas: Atenas, Esparta e Delfos.

Delfos se destaca por ser o centro religioso da Grécia Antiga. Delfos abrigava o famoso Oráculo de Delfos, um templo dedicado a Apolo que tinha a ''fama'' de acertar com grande precisão suas profecias. Generais, governantes e políticos consultavam as sacerdotisas para tomar importantes decisões, por exemplo, sobre guerras.
Esparta, por si, destaca-se pelo seu militarismo. A cidade, governada por um governo oligárquico, voltava grande parte de suas atividades para a prática e o treinamento militar, das crianças, jovens aos adultos. Seus soldados, altamente disciplinados, aprendiam a ter afeto pelos companheiros, para um melhor desempenho militar.

Atenas se destacou pela sua estrutura política, e pelas suas incontáveis influências na cultura ocidental. Apesar de democrática, com os políticos não remunerados, sem pagamentos, Atenas era governada sobre a influência de um tirano, mas não mais como um tirano, e sim como um líder político da cidade, que impunha sua autoridade e ordens com seu conhecimento sobre política, e não pelo medo e pela opressão (ditadura). A organização social em Atenas se dividia em: Eupátridas: a aristocracia, que detia o poder político e dona de grandes propriedades; Geomores: mantinham a posse de algumas pequenas propriedades rurais; Demiurgos comerciantes e artesãos; Metecos: estrangeiros, homens livres, mas sem direitos. Além disso haviam os escravos, geralmente prisioneiros de guerra, pessoas com dívidas pendentes também viravam escravos para eliminar a dívida, mas muitas vezes, eram explorados nessa situação. Somente eles trabalhavam na sociedade grega.
Nota: Mulheres e crianças não eram consideradas cidadãos.

Nota: A Aula 7, que seria no dia 04/03/2011, faz parte do calendário de provas, e a Aula do dia 09/03 será feriado de Carnaval, então a Aula 8 irá corresponder a aula do dia 11/03. Um ótimo feriado a todos! 
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 | By: lyasunaka

A Grécia Antiga [Aula 5]

As Cidades-Estado da Grécia antiga
A Grécia Antiga é talvez a mais importante civilização antiga, e por vários motivos, se destaca sobre as outras civilizações. Grande parte da cultura da Grécia foi incorporada na cultura ocidental atual. O modo de política atual se baseia em grande parte no modelo da Grécia Antiga, além disso há grandes influências na filosofia, e até nas Ciências.
O cidadão grego era diferenciado de outros povos pelo seu carácter público, pois ao invés de ter a referência em um soberano, um cidadão ser político era a realização. O político grego servia por pura vontade, não recebendo salário para isso. Os políticos, juntamente com os filósofos se reuniam nas chamadas Ágoras, uma espécie de praça na qual eles se reuniam para discutir a melhor forma de se administrar a cidade.
Os Gregos, apesar de serem parte de só uma etnia, uma nação, se organizavam em Cidades-Estados, com Autonomia política entre elas, e com diferentes deuses cultuados, apesar de serem uma mesmo Panteão de deuses. Os gregos só se convertem ao Cristianismo com a queda de Constantinopla.
Na Grécia se cultuava muito o físico, sendo esse o motivo principal das Olimpíadas. Enquanto isso, a mulher na sociedade grega era vista como mãe, administradora da casa, e não tnham direitos de cidadãos, submissas aos seus maridos.
Esparta era uma cidade-estado diferenciada. Esparta voltava grande parte de seus esforços à guerra. Por isso, desde crianças eram treinados arduamente, e a ter afeto pelos companheiros.

...continua na [aula 6] ...

Os Hebreus e o legado deixado pelos Fenícios [Aula 5]

Uma suposta rota do Êxodo dos Hebreus
Os Hebreus eram, originalmente, uma civilização da região da Mesopotâmia. A História dos Hebreus pode ser consultada facilmente na Bíblia, que apesar do seu carácter religioso, e até historiadores a consideram um documento importante para resgatar a história dessa antiga civilização.
A primeira parte do chamado Êxodo Hebreu - êxodo é o deslocamento de uma população de sua terra natal  para outro lugar - foi a saída deles à chamada Terra Prometida, atual Israel. Esse fato ocorreu por meio do patriarca Abraão - os hebreus se dividiam em Clãs, de famílias separadas, cada um com seu patriarca. Após um determinado tempo, os recursos na Terra Prometida se tornaram escassos, levando oshebreus a uma nova migração. Dessa vez eles foram ao Egito, ao Vale do Rio Nilo, onde viveram por um curto período até serem escravizados pelos Egípcios. Os hebreus permaneceram escravizados até Moisés liberta-los, através das Pragas do Egito e a fuga pelo Mar Vermelho. 
Após a fuga, na base do Monte Sinai, Moisés consegue as chamadas Tábuas da Lei, que continham os 10 Mandamentos, que após a volta para a Terra prometida, se tornaram a base do código de conduta dos Hebreus. O monoteísmo Hebreu, que cultuava somente a Jeová serviu de base à duas das maiores religiões atualmente, o Cristianismo e o Islamismo.

O Legado Fenício
Fenicios - The legace
Exemplos de caracteres Fenícios
Os fenícios foram um povo que influenciou consideravelmente na cultura atual. Entre os Legados mais importantes estão a Escrita e as previsões astrológicas. A escrita fenícia, inspirada na cuneiforme dos Sumérios, era formada de aproximadamente 22 símbolos, que correspondem a quase totalidade do alfabeto atual. Além disso o Zodíaco usado por eles, seu modo de prever o futuropelas constelações estrelares é usadonos dias atuais.
Os Fenícios eram conhecidos também pelo seu comércio marítimo, que possibilitava maior mobilidade no Mar Mediterrâneo, e premitia a eles uma absorção maior de outras culturas, tornando a cultura fenícia bem vasta.


A Passagem para a Morte do Faraó [Aula 4]

Uma representação da escrita egípcia.
Um dos campos mais desenvolvidos no Antigo Egito era a medicina. Entre remédios, terapias e tratamentos um campo se destacava na medicina egípcia: a conservação dos corpos. Pela crença dos egípcios a conservação dos corpos era essencial na passagem do faraó - considerado um herdeiro dos deuses - para o Outro Mundo. Suas técnicas de conservação eram desenvolvidas a ponto de não terem sido superadas ou igualadas até hoje. Acredita-se no uso de alguma resina especial, com um efeito muito mais potente do que o Formol, usado nos dias atuais. Apesar disso, somente os Faraós, familiares e alguns escribas eram mumificados e enterrados em tumbas ou sarcófagos.
O sarfófago do faraó também era outro que recebia muito cuidado por parte dos egípcios. Nele haviam inscrições sobre todos os feitos e fatos marcantes da vida do Faraó, enfim, um registro de sua vida. Esses escritos, eram feitos pelos Escribas, como Mestres da Escrita, exerciam um papel importante na sociedade egípcia, pois além de transcrever as palavras dos deuses e faraós, registravam todas as atividades e acontecimentos do Egito antigo.
A escrita empregada pelos egípcios é por meio dos Hieróglifos, ideogramas que representavam ideias, imagens e até sons. Nos desenhos, geralmente encontrados nas Pirâmides, sempre estão de frente ou de lado, e com as mãos em determinada posição, uma característica da representação egípicia. Fora das tumbas e sarcófagos os Hieróglifos eram colocados em um tipo de papel ancestral chamado papiro, feito com a planta de mesmo nome. O caule da planta era cortado horizontalmente e aberto, após ser exposto ao sol, um ao lado do outro, eles eram unidos e retirava-se os excessos.
Howard Carter e o sarcófago de Tutancâmon
A localização das tumbas dos faraós era mantida em segredo pelos seus sucessores, e para isso os construtores da tumba eram até enterrados junto ao soberanos, para evitar a descoberta do local. Tudo isso para evitar a violação da tumba, que os egípcios acreditavam que ele poderia voltar para o nosso mundo, para uma vida eterna - outro motivo da conservação dos corpos e da tumba extremamente ornamentada com objetos pessoais do faraó. O sarcófago tinha até um sistema para ser aberto pela parte interna! 
Um fato curioso sobre as tumbas eram as chamadas Maldição do Faraó, feitas para espantar saqueadores e ladrões que queriam roubar os valiosos bens do faraó. Uma das mais famosas é a de Tutancâmon, onde havia os dizeres “A Morte tocará com suas asas aquele que perturbar o sono do faraó”, dito e feito, após Howard Carter ter encontrado a Tumba quase intacta, 22 dos seus 26 membros de sua equipe morreram após um tempo, em circunstâncias misteriosas... 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 | By: lyasunaka

O Antigo Egito [Aula 3]

Ficheiro:Tutanchamun Maske.jpg
Tutancâmon, um faraó do Antigo Egito.

O Antigo Egito se destaca entre as diversas civilizações antigas pela sua complexa organização social apresentada desde o seu início, 3.000 anos a.C., organizada em categorias sociais.
O conceito de classes sociais, criado por Karl Marx em seus livros (como O Capital) usa se do conflito das classes, o opressor (visto na época como os donos das fábricas) e o oprimido (os operários, explorados pelos donos). Assim,   não podemos colocar o conceito de Classes Sociais em civilizações antigas. Uma forma que se aproxima disso é o Modo de Produção Asiático, também marxista, que foi um modo de estudar as civilizações antigas adaptando conceitos. O opressor seria o Faraó e os oprimidos seriam os camponeses, obrigados a trabalhar de uma forma até escrava. Essa teoria surgiu como um embasamento da teoria inicial de Marx.
Um mapa que mostra como o Rio Nilo atravessa todo o Egito (atual)

Voltando ao Antigo Egito, como os Mesopotâmios ficava às Margens do Tigre e do Eufrates, os Egípcios ficam às  margens do Rio Nilo. Porém, o Rio Nilo é muito imprevisível em suas cheias e secas, assim os egípcios acabaram por desenvolver técnicas de irrigações e estocamento de cevada, até para cerveja (uma das primeiras a ser feitas). No Antigo Egito também se praticava a pecuária com a criação de Cabras, Suínos e Aves. Até Abelhas eram usadas para produzir mel.
No Antigo Egito o Faraó é o dono de todas as terras, assim com exceção de alguns sacerdotes e pessoas ligadas diretamente com o faraó não havia propriedade privada. Os camponeses, ao receberem um dote do soberano para cultivar, tinham que fornecer grande parte da produção e ainda pagar impostos.

Continua na [aula 4] 

Egito Antigo [Aula 3]


O Egito Antigo é valorizado pela organização social apresentada nos tempos antigos, 7000 A.C. Uma organização basiada em categorias sociais.
O estudo do Karl Marx que viveu no século 19, era voltado para as classes sociais, ele enventou o Conflito de Classes, que era Opressor vs. Oprimido. O modo de produção Asiático é um conceito Marxista, ele foi feito para analisar a sociedade primitiva. O opressor no Egito Antigo era o faraó.
Segundo o Marx, sempre houve conflito de classes.

O Egito se desenvolveu nas margens do rio Nilo, ele enche raramente, quando enche ajuda na plantação. A sociedade egípsia baseavasse na agricultura e na pecuária.

Yasmin Siqueira

As Civilizações da Mesopotâmia [Aula 2 e 3]

Escrita Cuneiforme, inventada pelos Sumérios.

A Mesopotâmia, uma região entre os rios Eufrates e Tigre, foi o berço de várias civilizações antigas. Na época das cheias, eles alagavam as áreas próximas às suas margens e deixavam férteis para a plantação naquele local no resto do ano. Na região do delta dos rios estavam etnias como os Assírios, Sumérios e Babilônios.
Entre essas civilizações, se destacam os Sumérios, uma das etnias mais desenvolvidas da Mesopotâmia, criaram a escrita cuneiforme (esculpida nas pedras), para substituir a antiga forma de transmitir os conhecimentos, antes oralmente, dos mais velhos para os mais novos.
Durante o Império dos Babilônios - na época eram várias cidades-estado que disputavam a soberania - se destacou o Rei Hamurabi, que criou um conjunto de 282 leis, que regiam e regulavam a sociedade Babilônica, era o Código de Hamurabi. Uma das suas leis mais primordiais era o Princípio de Talião, que pode ser resumido pela frase: ''Olho por olho, dente por dente.'', onde o criminoso deve receber uma punição que cortava o membro correspondente ao crime. Ex: se você roubasse teria seu braço amputado, em caso de reincidência poderia ocorrer pena de morte.
Os Mesopotâmios, de forma geral, eram Politeístas e tinham uma grande tolerância religiosa, entre os deuses mais louvados era Marduk, mas haviam muitos outros deuses e crenças existentes na região.
Os Mesopotâmios contribuíram de grande forma para os campos da Matemática, Astronomia e até Astrologia. Por meio desses estudos, eles desenvolveram a agricultura por exemplo, sabendo-se da época das cheias e secas dos rios. Muitos desses estudos eram feitos nos Zigurates (imagem acima), grandes templos que, apesar de serem dedicados à deuses - como a famosa Torre de Babel, dedicada à Marduk - tinham como centros de estudos nos andares inferiores da estrutura
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 | By: Anônimo

O povo da Mesopotâmia [Aula 2 e 3]


Mesopotâmia -> Não é um país, é uma região. Viviam entre rios.
As civilizações Mesopotamicas são os Assírios e Sumérios. O Sumérios era a civilização mais avançada e desenvolvida, eles eventaram a escrita, que chamava cuneiforme. Exemplo: os personagens do desenho animado, Flinstones, são Sumérios.
Antes da escrita, os homens utilizavam a oralidade para passar as informações de geração em geração. O Hamurabi foi o primeiro Rei a criar uma sede de códigos e escritas, ele criou 282 leis que regiam e regulavam a sociedade Babilônia. Obs: Eles escreviam em pedras.
O Princípio de Talião, "olho por olho, dente por dente", usado por Hamurabi. A religião era politeístas, e era indivídualista, ou seja, cada um tinha suas crenças.

Nem todos acreditavam no mesmo deus. Marduk era um dos deuses, ele se sobresaia por mais pessoas acreditarem nele.
Zigurates era feito de andares, era o centro dos artes da Mesopotâmia. Os mesopotâmios eram muito bons na matemática, eles usavam a astronomia para a agricultura e a astrologia para a visualização do futuro.

Yasmin Siqueira
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 | By: lyasunaka

As Civilizações Antigas [Aula 1]

Região da Mesopotâmia, entre os rios Eufrates (baixo) e Tigre (cima)

No início da humanidade, nossos semelhantes eram nômades, extraindo tudo o que era necessário à sobrevivência da natureza, migrando para outros locais após o esgotamento dos recursos.
Tudo isso mudou com a descoberta e o início da Agricultura, que tornava possível a instalação em um único 
local, era o início do Sedentarismo. A prática de se instalar em certos lugares permitiu formar uma sociedade maior e mais segura de animais selvagens, constante ameaça dos nômades.
Geralmente, pela falta de técnicas agrícolas, as comunidades eram às margens de rios, pois era necessário ter terras férteis próximas às habitações.

Nesse contexto, na necessidade de terras férteis, surgiu uma certa sociedade na região conhecida como Mesopotâmia (imagem acima)...

Continua na [Aula 2]...

Mas, pra que que serve a História? [Aula 1]

Esse blog como de outros colegas, fala sobre História, pelas aulas do P.H., mas...
Pra que serve a História?


A História é mais que uma disciplina, é uma forma muito importante de conhecimento humano. Analisando o passado, podemos mudar o presente e projetar o futuro. Assim, por esse processo descrito, a História muda e melhora o mundo. Um Historiador pode até projetar a situação futura de acordo com os perfis das respectivas populações (à nível regional e até mundial).

Os fatos estudados pela História são aqueles que mudaram o mundo, e a forma das pessoas agirem nele citando:


O maior acidente nuclear da História ocorreu no dia 26 de abril, em um teste, uma explosão no reator 4 da usina contaminou uma grande área. Esse acidente teve consequências históricas, pois além das milhares de mortes, foi responsável pela desconfiança ainda maior sobre a Enegia Nuclear, a troca dos reatores de Carbono pelos de água - mais seguros-, ou seja, uma grande influência no andar da História. (clique no link para detalhes)

Para estudos de fatos mais recentes há a História Recente, que busca estudar sobre os fatos recentes e atualizando os dados anteriores. Fatos como o Resgate dos mineiros no Chile por exemplo, entram nessa modalidade.
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A História, nos seus estudos dos fatos, é dividida em períodos: 

-Pré-História (Início da humanidade - Início das civilizações antigas) - História da humanidade anterior ao início dos registros que caracterizam a história propriamente dita.

-História Antiga (Início das civilizações antigas - século Vd.c.)  - Se inicia na criações das Antigas Civilizações, é dita como o início da história, dos registros históricos - atribuição que pode ser dada a Heródoto, o pai da História -  e termina com a queda do Império Romano.

-Idade Média (Século V-XV) - Período da história que inicia na Queda do Império Romano até a Queda de Constantinopla (Império Bizantino).

-Idade Moderna (Século XV-XVIII) - Período muito próspero, onde se desenvolveram várias ideias que tomariam o mundo, como o Iluminismo e o Capitalismo.

-Idade Contemporânea (Século XVIII- atualmente) - Período Atual.